Todo o poder extra do Switch 2 foi direcionado à destruição em Donkey Kong Bananza

·
Siga Geekdama
Receba notícias de animes, games e séries

Quando a equipe de Donkey Kong Bananza soube que o jogo migraria do Nintendo Switch original para o Switch 2, a decisão sobre onde investir o hardware mais potente foi imediata: tudo iria para a destruição.

A declaração é do programador Tatsuya Kurihara, em entrevista à Game Informer publicada após um painel da equipe na GDC 2026. Segundo ele, o ganho mais significativo foi a quantidade de memória disponível para lidar com os voxels, as pequenas unidades tridimensionais que compõem os cenários destrutíveis do jogo.

“Quando chegamos ao ponto de decidir onde usar essa especificação, decidimos: ‘Bem, este é um jogo sobre destruição, então vamos pegar tudo isso e investir na destruição.’ Descobrindo formas de tornar a destruição ainda mais grandiosa e divertida.”

Viabilidade técnica era incerta no início

O produtor Kenta Motokura contou que o interesse em usar voxels surgiu desde as primeiras conversas sobre o projeto, quando Yoshiaki Koizumi pediu que a equipe de Super Mario Odyssey criasse um jogo de Donkey Kong. Motokura viu potencial na tecnologia e levou a ideia aos engenheiros.

Kurihara, porém, reconheceu que a viabilidade técnica não era garantida no começo. A equipe precisou de muita prototipagem para confirmar que a proposta funcionaria na prática.

“A ideia de usar voxels para criar destruição era algo que, desde os estágios iniciais, sentíamos ter muito potencial para ser divertido, mas quando se trata de ser tecnicamente viável ou não, essa é uma história diferente. Sinceramente, no início, não tínhamos certeza se seria viável.”

Donkey Kong Bananza foi lançado em 17 de julho de 2025 como um dos títulos de estreia do Nintendo Switch 2.

VER COMENTÁRIOS

Veja mais