Em entrevista publicada pela Game Informer nesta sexta-feira (13), Kenta Motokura, produtor de Donkey Kong Bananza, e Tatsuya Kurihara, programador do jogo, falaram sobre o desenvolvimento do título após um painel na GDC 2026. Entre os diversos detalhes técnicos discutidos, Kurihara reconheceu que a equipe exagerou no poder da transformação em elefante.
“Acho que podemos concordar que a transformação mais destrutiva é o Elefante Bananza. E, sendo sincero, provavelmente foi longe demais. Mas, ao mesmo tempo, é divertido, a sensação é boa. E isso é o que mais importa.”
Transformações a qualquer momento

Motokura explicou que a filosofia de Donkey Kong Bananza difere de jogos tradicionais da Nintendo em um ponto essencial: o jogador pode se transformar a qualquer momento, sem depender de itens espalhados pelo cenário.
“Nosso objetivo é tornar a destruição lúdica possível dentro do jogo. Queríamos uma estrutura diferente do que você encontraria em jogos tradicionais do Mario, onde é preciso encontrar ou ter itens para se transformar. Em Donkey Kong Bananza, queríamos que o Donkey Kong pudesse se transformar a qualquer hora para aumentar a destruição.”
O desafio do level design
Motokura também abordou como a liberdade de destruição afetou o design de fases. Segundo o produtor, a equipe precisa pensar no posicionamento de todos os elementos, inclusive os ocultos, de forma que funcionem mesmo quando o jogador pode quebrar tudo ao redor. Isso exige um tipo diferente de precisão no level design, considerando tanto o que está visível quanto o que está escondido dentro do cenário.








