Homem invade loja com motosserra para roubar cartas de Pokémon na Flórida

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Um morador de West Palm Beach, na Flórida, é acusado de usar uma motosserra para arrombar uma loja de cartas colecionáveis e levar cerca de US$ 12 mil em produtos de Pokémon.

Clayton Warren, de 33 anos, foi indiciado por arrombamento de estrutura desocupada e furto qualificado entre US$ 10 mil e US$ 20 mil, segundo informações da polícia local divulgadas pelo site KSL.

O caso aconteceu na Collection Realm, loja especializada em cartas colecionáveis no condado de Palm Beach. Imagens das câmeras de segurança mostram que o suspeito primeiro tentou quebrar a vitrine com uma pedra antes de partir para a motosserra portátil.

Manchas de sangue foram encontradas no local, de acordo com o boletim de ocorrência do Gabinete do Xerife do condado de Palm Beach. Um homem com características semelhantes às de Warren teria visitado a loja em 19 de maio, dias antes do arrombamento.

Como o suspeito foi localizado

A investigação avançou rapidamente depois que o dono do estabelecimento acionou as autoridades. Os policiais rastrearam a placa de um veículo até uma residência em West Palm Beach, onde Warren foi encontrado e detido.

O dono da Collection Realm estima que foram levados cerca de US$ 12 mil em cartas avulsas e produtos selados. Como na maioria das lojas do setor, as peças de maior valor ficavam expostas em uma vitrine de vidro próxima ao caixa. O estabelecimento também comercializava caixas seladas de Pokémon, produto que tem registrado preços três vezes ou mais acima do valor de varejo oficial em razão da alta demanda.

Onda de roubos em lojas de TCG

Crimes contra lojas de cartas colecionáveis vêm se tornando mais frequentes nos Estados Unidos e na Europa. Dias depois da prisão de Warren, outro caso foi registrado no Arizona: um homem foi filmado destruindo a entrada de uma loja com uma marreta e levou cerca de US$ 7 mil em cartas em aproximadamente dois minutos.

Diante do cenário, lojistas têm adotado medidas adicionais de segurança, como sistemas especializados de travamento. Alguns donos levam as cartas mais valiosas para casa após o expediente; outros pararam de comprar produtos diretamente do público para reduzir o risco de assaltos e episódios de violência ligados ao mercado de Pokémon.

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